BLOG MONTELONGO
Olhares para Fafe
06
Jul 16

Opinião de Rosa Maria Oliveira publicada no jornal Expresso de Fafe:

 

A famosa “Vitela assada à Moda de Fafe” não é apreciada e conhecida apenas em Fafe e no Norte do país, mas em todo o continente e nas comunidades lusíadas disseminadas por todos os continentes. Por isso, a criação da Confraria foi uma decisão histórica, que configura uma forte aposta na afirmação da nossa tradicional Gastronomia.

Foi com grande prazer e satisfação pessoal ver reconhecido o trabalho de décadas dos meus avós e dos meus pais, bem como de outros restaurantes de nomeada das mesmas épocas, porque todos contribuíram decisivamente para que a nossa jóia da coroa fosse conhecida internacionalmente. Após o convite para liderar este histórico projeto de grande interesse cultural, patrimonial e social para o nosso concelho, senti de imediato não só uma enorme emoção, mas também um intenso orgulho na qualidade de fafense.

Nasci e cresci com o cheiro da vitela assada e esta acabou por ser a história de vida da minha família. Presidir a esta associação, é sem dúvida um grande desafio que aceitei com agrado, valorizando o nosso passado mas projetando também o futuro para que o nosso legado seja transmitido aos mais jovens e até aos seus vindouros, tornando tãoeterno quão possível, o historial de uma cidade, com memória e pergaminhos. É evidente que o nosso prato mais apreciado continua a concitar grande procura, não só pelos nossos concidadãos, mas também pelos visitantes que há muito tempo se deleitam com este incomparável prato regional, o ex-líbris da nossa gastronomia.

 

É consensual afirmar-se que a gastronomia é um dos mais interessantes produtosturísticos e nesse sentido, os comerciantes do setor serão os mais beneficiados e consequentemente todo o Turismo Local poderá beneficiar com a vinda de muitas pessoas de terras vizinhas e não só.

 

A minha mensagem, é uma mensagem de esperança, dado que acredito profundamenteno futuro da Confraria, porque tenho a meu lado uma Direção constituída por pessoas competentes e dinâmicas que tudo têm feito para que o sucesso desta associação seja uma realidade para todos os fafenses, bem como a solidariedade da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal e de todos os prestimosos Confrades que, em equipa, sabem prestigiar condignamente esta instituição.

 

Finalmente apraz-me saudar efusivamente os Confrades Fundadores, todos os Órgãos Sociais e de uma forma muito especial a Câmara Municipal na pessoa do seu Presidente,Dr. Raúl Cunha, que tem sabido defender com grande convicção a valorização do nosso mais mediático produto dentro de uma filosofia de tradições, princípios e valores.

publicado por blogmontelongo às 18:00
20
Dez 14

Opinião de Manuel Barros, publicada no jornal Povo de Fafe:

 

A dita confraria surgiu, apregoada nos jornais locais com alguma pompa e circunstância, pelo que regojizámos, na altura, dada a circunstância de que tal instituição iria enaltecer e valorizar um produto que, divulgado e sujeito à rigorosidade da certificação imposta pela confraria, poderia trazer muita gente a Fafe em busca de uma iguaria única no mundo gastronómico.

Entretanto a euforia da ocasião deu lugar a um silêncio descoroçoado!... Nunca mais se ouviu falar  na Confraria nem nas suas atividades a não ser agora, no Festival da Vitela, promovido pela Câmara Municipal! Aí compareceram alguns  confrades vestidos a rigor que fizeram parte  dos adereços televisivos cuja visibilidade se manifestou numa pequena conversa cuja alacridade se deveu ao talente do entrevistado!...

 

É imperioso apostar no turismo, como forma de nos libertar do isolamento e de contribuir para a nossa economia. Para isso, torna-se imperioso criar formas de atração, começando por dar qualidade ao que temos, em gestos de visibilidades desafiadoreas.

publicado por blogmontelongo às 18:00
23
Jul 14

Benjamim Teixeira no jornal Povo de Fafe:

 

A Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe legalizou-se, apresentou-se e feneceu. Não dá mostras de vida. Mas confeciona-se boa vitela assada em vários restaurantes de Fafe. Por que não uma candidatura aos Fundos Europeus para a justificação da existência da Confraria e que até pode ser estudada a hipótese da sua Sede ser na famosa Casa do Zé da Menina, não só por ser mais histórica, mas também porque tem a traça dos Brasileiros de Torna viagem.

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