BLOG MONTELONGO
Olhares para Fafe
08
Jul 15

Opinião de Raul Cunha, Presidente da Câmara Municipal de Fafe, na FafeTV:

 

Trata-se de um assunto que tem sido arrastado ao longo dos anos. Já lá vão mais de 10 anos. Havia aqui expectativas quer da Cofafe quer dos proprietários dos terrenos de Arões. Há necessidade de encerrar este processo. Mau ou bom, há um negócio feito com a autarquia. A autarquia assumiu esse compromisso e tem o dever, e o Estado tem por obrigação ser pessoa de bem. Devemos honrar os nossos compromissos. Se houver aqui alguma questão legal que o Tribunal de Contas suscite, cá estaremos para retomar este processo, revê-lo, pensá-lo novamente. Neste momento penso que foi uma decisão corajosa da Assembleia Municipal e no bom sentido, no sentido de não se arrastarem processos que devem ser corrijidos. Também não faz muito sentido a autarquia ter construido num terreno que não é dela. Há que limpar todo esse histórico e começar um novo caminho.

 

 

Opinião de Miguel Summavielle, Independentes por Fafe, na FafeTV:

 

Nós mantemos a mesma posição desde que este assunto começou a ser discutido. Nós não concordamos com o valor da avaliação e portanto não podemos estar de acordo com um negócio que vai onerar o Município numa verba que é o dobro daquilo que deveria ser, isto relativamente aos terrenos da Cofafe. Relativamente aos terrenos da escola de Arões, a avaliação que foi feita sofre de algumas incorreções e mais uma vez o valor determinado é um valor que ultrapassa em muito o valor de mercado, inclusivamente classificando terrenos que não têm aptidão construtiva como tendo aptidão construtiva. Nós entendemos que deveria ter sido forçada a posição no sentido de ser feita uma avaliação que fosse efectivamente isenta. O Município deve partir, em ambas as situações, para a expropriação, que é o único passo legal admissível. Veremos qual vai ser a posição do Tribunal de Contas. Nós não poderíamos estar a compactuar com algo que inclusivamente consideramos que é ilegal.

 

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publicado por blogmontelongo às 18:00
23
Mai 15

Opinião de Ricardo Gonçalves no seu blog:

 

Fechou-se o "pano" sobre as Feiras Francas 2015, em Fafe.

Uma edição que assinala o regresso da organização à esfera do município, relegando a Cofafe para simples colaborador nas actividades mais relacionadas com o mundo rural. Tal como sempre deveria ter sido, na minha opinião.
 
De relevante nesta edição tivemos o fim da Expo Rural, muito criticada pela perda de identidade, a eliminação da entrada paga e a escolha do parque da cidade para a realização do evento. Pelo que pude avaliar, todas estas escolhas se revelaram acertadas.
 
Há, de facto, uma nova forma de organizar eventos em Fafe. Escolhas criteriosas, atenção aos pormenores, ir ao encontro da "vox populi", tentando agradar àqueles que, no fundo, são os destinatários destas organizações: a população fafense.
 
Por imperativos legais, o organizador oficial foi o Rancho Folclórico de Fafe mas, no terreno, continua a ser a Naturfafe que representa a força de trabalho da organização. Papel subalternizado mas fundamental para o sucesso deste (e outros) eventos e que não é reconhecido nem valorizado. Eu reconheço, valorizo e agradeço àquela gente que, contra tudo e todos, teima em desempenhar as funções para que são chamados.
 
A rever em edições futuras será a tardia divulgação do programa que compromete sobremaneira a promoção do evento. Esta é já quase uma "marca" do município e que, espera-se, não tarde em ficar ultrapassado. Até porque dentro de pouco mais de um mês entram em cartaz as Festas da Cidade. Um pequeno reparo a uma organização que esteve muito perto da excelência e que daqui parabenizo.
 

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publicado por blogmontelongo às 18:00
28
Fev 15

Opinião de Parcídio Summavielle na FafeTv:

 

Fiquei satisfeito e até com algum orgulho com a medalha do Sr. Presidente da República. Todos nós gostamos de ver reconhecido aquilo que fazemos. Isto premeia também uma actuação municipal, uma gestão camarária. A Câmara de Fafe era de certa maneira um farol, pelas novidades que conseguia introduzir na gestão autárquica. Fafe estava no mapa. Era ouvido, era noticiado, e pelas boas razões.

O Dr. Raul Cunha foi das primeiras pessoas a telefonar-me a felicitar-me. Foi muito agradável, foi muito simpático. Sempre entendi que nós não devemos ter vistas curtas na política. Acho que é uma pessoa diferente.

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 O Plano Director Municipal é um instrumento fundamental para a gestão de qualquer autarquia. Foi um "crime" não se ter feito a revisão do Plano Municipal na altura em que devia ter sido feito. Vem com muito atraso. Nós não vivemos num mundo em que nos possamos dar ao luxo de impedir, sem razoabilidade, a melhoria de vida das pessoas. 

 

As contas da Cofafe deixam dúvidas. Nestas coisas não pode haver dúvidas. É mau para toda a gente. As contas devem ser perfeitamente claras. Se a Câmara pretende entregar a limpeza de matos à cooperativa, muito bem, tem é de se ver se os meios financeiros que vai por à disposição da cooperativa estão em correspondência com o trabalho que é feito. Se for aproveitar essas coisas para fazer encobertamente umas transferências de dinheiro, isso já não é correcto.

publicado por blogmontelongo às 18:00
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