BLOG MONTELONGO
Olhares para Fafe
30
Jun 18

Opinião de Pedro Magalhães no seu Facebook:

A menos de dez dias do inicio das Festividades da “Salvé Nobre Padroeira” das Terras de Montelongo foi conhecido, finalmente, o oficioso, que segundo o dicionário “sem carácter oficial mas por obséquio”, cartaz das Festas do Concelho, ou talvez festas do Município (uma vez que é notória a gigante mancha – ainda que não desgoste da sua tonalidade- com a logo marca da Câmara Municipal.

O nosso concelho é rico nas suas tradições e nas suas gentes, se não vejamos: quantas Associações Culturais e Recreativas existem pelas nossas freguesias? Quantos Grupos Corais, Escuteiros, Bombos e Associações Desportivas existem? Já pararam para pensar na quantidade de festas que abrilhantam os céus de Fafe nos meses de Junho a Setembro? Já pensaram na quantidade de pessoas que voluntariamente se associam à promoção da sua freguesia e das suas festas? Pois é… e as Festas do Concelho quem envolvem?

No último fim-de-semana estive em Braga no S. João e foi notório (e não é de agora) a envolvência de todos! Os bracarenses vivem e sentem a maior festa do ano e porquê? Porque não são meros espetadores. Há pais, filhos, avós e netos envolvidos na Comissão de Festas S. João de Braga. E quem diz Braga, diz a Festa das Cruzes em Barcelos, as Festas de S. José na Póvoa de Lanhoso e aqui bem perto as Gualterianas em Guimarães. Organizar as Festas do Concelho em Fafe é um obséquio, quase que cumprir calendário, ou até mesmo “para inglês ver”. Há muito que defendo a abertura da organização à sociedade civil e às suas Associações numa estreita colaboração com o Município e as Juntas de Freguesia.

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Da forma para o conteúdo…
Um programa apático! A gestão dos dinheiros públicos é algo que deve ser sensível a todos e não poderia deixar de relembrar a campanha municipalizada que aconteceu no ano anterior. Tais atos devem ser condenáveis e merecem ser desmascarados a todos os fafenses.

(mas passando essa parte à frente)

Um programa sem alma, sem espirito de festa… valha-nos a devoção a Nossa Senhora de Antime para afogar as mágoas. Já pensaram no que seria envolver as Associações, a Câmara, o Arciprestado de Fafe, as Juntas e todos os fafenses? Será assim uma visão tão utópica? Porquê apenas o Rancho Folclórico de Fafe, a Câmara e (uma coisa que ainda não percebi muito bem, mas se calhar ando distraído) chamada posição NEUTRA.
Fafe teve, ainda que breve, um momento de envolvência chamado “Fafe dos Brasileiros” (grande prof. Carlos Afonso), mas à boa maneira da gestão de quem nos governa, acabou sendo MUNICIPALIZADA e o resultado foi o que todos sabemos. Este é um tema que a todos diz respeito e não devemos ficar indiferentes a tais factos!

Já agora… que bela iluminação! Que bom termos tantas bandas e jovens fafenses nos palcos! Que bom haver envolvência e um equilíbrio entre gerações. Esperemos que pelo menos a Praça 25 de Abril já esteja pronta para ouvirmos “deixem passar o andor”, mas levem resguardos para o sol, acabaram com as sombras! Mas deixem lá, temos Fafe às cores 😀
#somostodosbombos #festasmunicipais #acordafafe #meninosàvoltadafogueira

Boa noite.

 

publicado por blogmontelongo às 18:00
25
Abr 18

Opinião de Pedro Nuno Freitas, Grupo Parlamentar Fafe Sempre, publicada em "Antero Barbosa - Fafe Sempre":


A Conservatória do Registo Civil, em Fafe, prepara-se para ser deslocada. Pois bem, o Caro Cidadão Fafense, necessariamente, já teve de recorrer à Conservatória do Registo Civil, para tratar, a título de exemplo, de cartão do cidadão, passaporte, casamento, divórcio, herança, etc. Serviço esse que está colocado nas instalações do Tribunal de Fafe.

Tribunal ou o que resta dele, visto que grande parte da tramitação de processos judiciais, aqueles de maior "importância", simplificando a retórica, foram enviados para o Tribunal de Guimarães, desertificando um Tribunal e respetivo edifício que ou muito me engano ou ganhará eco.

Certamente que um serviço como aquele que a Conservatória presta aos cidadãos, torna-o, digamos, apetecível e alvo das maiores manifestações de "casamento". Tanto quanto consegui descortinar, vamos mesmo ter "casamento" e os "queridos nubentes" preparam-se nos bastidores, para uma "convenção antenupcial", que será, indubitavelmente, (uma vez mais) lesiva ao contribuinte público.

Fará sentido o deslocamento de um serviço público, colocado em instalações públicas( Tribunal) para um qualquer fundo, rés-do-chão, de um qualquer prédio privado, devoluto, a precisar urgentemente de movimento? Porventura, estará apto a receber tão nobre cliente? Talvez, com umas obritas...a coisa vai lá!...quem paga?...eu sei, paga o contribuinte uma vez mais!

E as acessibilidades? Isso não interessa, o povo, essa fidalguia, que ande a pé!...ou, em alternativa, que estacione em frente ao Tribunal...ironia do destino...

Obviamente que, como de costume, lá teremos um conjunto de políticos instalados que virão defender a solução, ora seja pela falta de espaço, ou porque vão agora colocar um qualquer serviço no dito Tribunal para "inglês ver" e que, é certo, farão com que o ENORME espaço aonde se encontra instalado, se torne minúsculo.

Dúvidas não tenho também, que este serviço público, em Fafe, será verdadeiramente afetado, é difícil passar do ótimo para o ridículo e não dar conta. Por tudo isto, se espera que os responsáveis políticos locais ou nacionais, tanto faz, defendam realmente os interesses dos cidadãos e a qualidade na prestação dos serviços públicos aos Fafenses.

Não nos calaremos!

registo civil fafe pedro freitas

 

publicado por blogmontelongo às 18:00
21
Abr 18

Opinião de José Adelino, Presidente de Junta da União de Freguesias de Aboim,Felgueiras, Gontim e Pedraído publicada em "Antero Barbosa - Fafe Sempre":

 

Um problema com que se debatem as freguesias mais afastadas da sede do concelho e em particular a minha união de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído, que nos últimos 50 anos viu a sua população residente diminuir para menos de metade. Muitos foram os fatores que contribuíram para essa desertificação, mas neste que é o meu primeiro artigo de opinião para o semanário Notícias de Fafe em representação do Movimento Fafe Sempre, aproveito esta ocasião para tecer aqui algumas considerações.

No que à minha união de freguesias diz respeito, o envelhecimento da população é o principal fator de preocupação, procurando combater a solidão, tem vindo a Junta de Freguesia a proporcionar há 4 anos atividades lúdicas com os idosos dois dias por semana, de há 1 ano para cá arrancou também o centro de convívio que neste momento funciona um dia por semana em articulação com a Cruz Vermelha e ainda cuidados de enfermagem, que devido à distancia entre as populações e por forma a abranger um maior número de pessoas se desenvolve quinzenalmente em cinco locais da freguesia, nomeadamente nos edifícios das sedes das freguesias unidas, e também no lugar da Lagoa numa sala cedida pela Irmandade da Srª. das Neves. No que diz respeito a Junta, o executivo tem procurado investir no bem-estar da população.

Que politicas levar a cabo para combater a desertificação, como criar condições que permitam a fixação de pessoas em zonas mais desfavorecidas?

É necessário promover politicas de fixação que passem por benefícios em taxas de discriminação positiva para residentes em zonas rurais desfavorecidas em sede de IRS, Segurança Social, isenção de taxas moderadoras no acesso aos cuidados de saúde, descontos nos transportes públicos, apoios à reabilitação de habitações degredadas, isenção de pagamento de taxas de licenciamento, redução do preço da energia elétrica, água. Muito mais haveria para falar sobre este assunto e muitas medidas que postas em prática teriam custos muito menores que aqueles que todos estamos a suportar com o sistema financeiro.

A Nível Municipal é necessário que a Câmara invista na freguesia parte das receitas geradas pela produção de energia eólica no melhoramento do pavimento das estradas municipais, pois estão bastante degradadas, sendo um dos desabafos dos residentes que diariamente convivem com os incómodos e tirando os proprietários onde as mesmas estão implantadas, não beneficiam das receitas geradas.

Por último, não podia, sendo uma freguesia maioritariamente florestal, não falar relativamente às limpezas florestais que é o assunto do momento. É com agrado que verifico que mesmo com condições atmosféricas adversas, e mesmo depois do bom senso demonstrado pelo governo no prolongamento prazo de limpeza de 15 de março para 31 de maio, que as pessoas estão a cumprir e a limpar os seus terrenos e em grande parte para além do que a lei exige.

fafe interiror aboim pedraido adelino

 

publicado por blogmontelongo às 18:00
18
Abr 18

política religião fafe

 

publicado por blogmontelongo às 18:00
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